
O Peso do Mundo” é um curta-metragem de comédia física e mímica. Sem diálogos, a história acompanha a luta cômica de um homem tentando lidar com uma mala pesada e uma âncora que parece ter vontade própria.
Entre gestos exagerados, silêncios desconfortáveis e pequenas disputas infantis, a floresta vira palco para o jogo do erro, da insistência e da imaginação. Cada tentativa de saída cria um novo desvio. Cada solução inventada complica ainda mais o caminho.
Um episódio onde o riso nasce do desencontro e o afeto surge no tropeço.


Um piano misterioso aparece no meio da “floresta”.
Cada artista acha que o piano é dele.
Em uma sala decorada para o Natal, um artista tenta registrar a noite perfeita. Entre uma árvore gigante, objetos fora do lugar e pequenas trapalhadas, tudo parece conspirar contra seus planos. Sem dizer uma palavra, ele transforma o caos em brincadeira — até que, no final, três bolas da árvore ganham vida em um delicado número de malabares.


À beira da piscina, dois personagens transformam tarefas simples em um caos silencioso. Entre tentativas atrapalhadas e gestos exagerados, o riso cresce… até que a água vira protagonista.
Um homem tenta organizar o mundo ao seu redor — e a si mesmo — em uma sequência de tentativas absurdas. Entre uma TV pesada, um guarda-roupa caótico e objetos rebeldes, ele descobre que talvez a única saída possível seja desaparecer dentro da própria arte.


Três personagens tentam organizar, proteger e treinar à beira da piscina. Mas objetos usados do jeito errado transformam tudo em confusão — até que o equilíbrio se perde e o caos termina dentro da água.